quinta-feira, 20 de março de 2014

Quem é você, Alasca?

Oi gente! 
Hoje eu vou falar de um livro, que se chama quem é você, Alasca? do John Green. Assim eu gostei do livro, mas não gostei da Alasca.

Re
Resumo do livro:
Miles é um cara tão sem amigo que, pra mudas de vida vai estudar no colégio interno em que seu pai estudou. Chegando lá, ele conhece dentre outras figuras incríveis, os amigos malucos Coronel (seu colega de quarto) e a atraente Alasca (uma garota maluquinha que não sabe bem oque quer.) Nerd até o  ultimo fio de cabelo, Miles descobre um novo mundo com esse caras: fuma, dá trotes, bebe escondido... Enfim, conhece uma vida 
totalmente diferente da que ele levava.

Daí que é ÓBVIO que Miles vai se apaixonar loucamente por Alasca. Ela é encantadora: inteligente, original, ousada, sensual. E, principalmente, é tudo que Miles não é (e, talvez, gostaria de ser). Como não querer passar o tempo todo ao lado dela? É desse amor que vem a frase mais linda do livro, dita pelo Gordo:

“Se as pessoas fossem chuva, eu seria garoa e ela, um furacão”.

Sendo justo: a Alasca é muito legal com o Miles desde o começo. E ser atraente não é culpa dela, certo? Todo mundo conhece uma garota, um garoto, um cãozinho yorkshire que desperta o amor nas mais maldosas pessoas. Agora, Alasca provocou Miles, mesmo tendo namorado, mesmo sabendo que ele era súper a fim dela.
Daí que eu acho isso o maior erro. Criar expectativa no outro, alimentar o amor do outro, sabendo que ele te ama perdidamente. Odiei, durante a história, quando entendi que a Alasca estava sendo fofa-linda-perfeita com o Miles, mas estava lá, beijando o namorado dela. Enfim, desculpe, mas não sei bem lidar com isso.
Admito que, nesse amor, há algo de positivo. Por ser apaixonado por Alasca, Miles fez muita coisa que jamais faria, só para ter o prazer de passar o tempo ao lado dela. Arriscou ser expulso da escola mais de uma vez e teve coragem de enfrentar (do jeito dele) os caras do mal da escola. Alasca, do seu jeito louquinho, desperta qualidades em Miles que nem ele mesmo sabia que tinha. Mas isso é suficiente pra fazer nosso Gordo lindo feliz?
No fim, escrevendo esse post, quase (veja bem, quase) fiz as pazes com a Alasca. Todos nós encontraremos nossos “Alascos e Alascas”. E vamos amá-los, odiá-los, mas nunca esquecê-los. Afinal, como é que esquecemos alguém que nos mostrou o amor pela primeira vez?
Um beijo,
Tchau...

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